Para mim foi
uma experiência muito boa, pois foi muito gratificante ver o interesse dos
alunos pelas aulas e principalmente em aprender os conteúdos, também aprendi
muito com eles foi uma troca de experiência o que vivi em sala de aula.
"Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naquele cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia de nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais..." (ALVES, Rubem. A alegria de ensinar)
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quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Ana Paula Cecília da Silva - Polo de Costa Rica
O
estágio é o complemento da formação acadêmica. Possibilitando que o educando
tenha contato com situações reais que poderão ocorrer em sua atuação
profissional, permitindo, portanto, o desenvolvimento de seus conhecimentos
práticos e teóricos. Neste sentido, o estágio contribui para o crescimento do
processo educativo, preparando o aluno para se posicionar frente aos muitos
desafios e questionamentos que a profissão exige.
Anny Stella de Andrade - Polo de Costa Rica
O Estágio obrigatório
representa a possibilidade de conhecimento da realidade do contexto escolar. É
através desse instrumento, que o futuro profissional entrará em contato com a
realidade em que atuará. Representa a oportunidade de apreender a vivência
escolar, das relações que se estabelecem no interior das instituições
escolares. Esta etapa do curso de licenciatura é fundamental para nortear as
ações docentes, sendo necessário que os estagiários vivenciem as diversas
situações que envolvem o processo ensino-aprendizagem, na qual estão envolvidos,
o trabalho em sala de aula, a qualidade das interações entre alunos e professores, as metodologias utilizadas, bem
como os recursos disponibilizados para a prática pedagógica.
Acredita-se que a partir do Estágio,
estaremos mais incitados a buscar o aprofundamento dos estudos, das teorias
educacionais, com o objetivo de analisar
e refletir continuamente sobre a prática docente em todas as suas dimensões.
Torna-se necessário aliarmos teoria e prática e entendermos que se trata de
dois elementos indissociáveis, que integram o mesmo processo. Somente assim,
poderemos pensar em novos rumos para a educação.
Carla Simone Dias Lopes - Polo de Costa Rica
O estágio é um momento de
fundamental importância no processo de formação profissional. Constitui-se em
um treinamento que possibilita ao estudante vivenciar o que foi aprendido na
faculdade, tendo como função integrar e compõem o currículo acadêmico,
dando-lhe unidade estrutural e testando-lhes o nível de consistência e o grau
de entrosamento. Para mim foi uma experiência inesquecível, tive a oportunidade
de adquirir e passar conhecimento, prática, e deixar de lado a timidez. Pode
vivenciar dia-a-dia da sala de aula, o meu social escolar, planejando e
observando o meio escolar.
O estágio realizado por mim na Escola Municipal
Adenocre Alexandre de Morais, situado no município de Costa Rica sendo o mesmo
realizado desde nos dias 02,03,10,11/04/2012 e 10,11,14/05/2012, no período
noturno em salas do EJA do terceiro e
quarto fase 6º e 7º, 8º e 9º, do ensino fundamental.. A escola possui um amplo
espaço adequado para todos os tipos de atividades escolares, possui um
comprometimento com o processo de ensino-aprendizagem, sendo a mesma uma escola
de gestão democrática e que busca auxiliar, orientar, zelar, e suprir a
necessidade do aluno inserido no contexto da comunidade escolar, valores para o
ingresso na sociedade e exercício da cidadania.
Carla Simone Dias Lopes, acadêmica do curso do
curso de Letras-português/espanhol da Universidade Federal de Mato Grosso do
Sul - UFMS, Pólo Costa Rica/MS
Edilaine Furtado Medeiros Marques - Polo de Costa Rica
Fomos para a prática chegamos lá nos apresentamos para os alunos,
explicamos o conteúdo, mas o interesse foi pouco, os alunos do 7º ano não
conseguem se concentrar na hora do filme a mesma coisa, no inicio ficaram
curiosos, mas depois começaram a conversar, não passamos o filme por completo,
apenas o inicio onde mostrava os personagens escrevendo cartas, exemplos de
cartas.
Na execução de plano de aula, não fiquei satisfeita com o resultado, pois
os alunos são muito desinteressados, não sei o que acontece com eles, pensei
que seria uma coisa, na hora da prática foi tudo diferente. Por ter usado um
recurso midiático tive que fazer um planejamento online da sala de tecnologias
que é postado em um blog do NTE – Coxim, que é Núcleo de Tecnologias
Educacionais de Coxim.
Eu me senti bem, adorei mais essa experiência, não fiquei nem um pouco
nervosa mesmo com a professora Leila me observando e a Tutora Danielly, gostei
muito de trabalhar língua portuguesa.
Eu tive dificuldade de fazer os alunos prestarem mais atenção, mas pelo
que observei que eles não obedecem ninguém, demorei a encontrar o filme,
nenhuma locadora da cidade tinha, tive que baixar da internet. Uma dificuldade
que senti também foi a de não ser a professora deles porque era muito estranho
chamar a atenção deles, sem os conhecer, a pouca informação sobre as normas da
escola também dificultou bastante.
Os aspectos positivos foram na hora da elaboração das cartas, tiveram
alguns alunos que de fato escreveram uma carta, bem feitinha, na sua maioria
para a mãe, com isso podemos conhecer um pouco da realidade de vida daquelas
crianças fora da escola, que muitos professores deles não sabem, eles os alunos
em sua maioria moram apenas com pai e a madrasta, outros com a mãe e o
padrasto. Alguns desobedeciam a sua mãe, e este foi o momento deles pedirem
desculpas a sua mãe.
A grande descoberta que tivemos no 7º ano é de que aquelas crianças eram
indisciplinadas, pela falta de estrutura familiar, pela falta de amor de pai e
mãe. Mais foi muito gratificante essa descoberta, pois no inicio pensávamos que
aquele desinteresse vinha por que a professora não levava coisas diferentes
para tornar a aula mais atrativa.
Com esse estágio pude perceber o quanto os alunos de hoje estão
desinteressados em aprender, em estudar, em ser alguém na vida. Mas pude notar
que esse interesse está ligado à falta de estrutura familiar a falta afeto, de
carinho.
Elenadart Pereira Barbosa Silva - Polo de Costa Rica
Minha
experiência como estagiária de Língua Portuguesa foi maravilhosa, fizemos o estágio
em duplas, eu e meu colega Marcos, pudemos compreender e principalmente
aprender com as aulas, confesso que fiquei um pouco insegura, pois as aulas de
observação foram meio decepcionantes, devido à indisciplina dos alunos, o
desinteresse e a falta de respeito pelo professor e pelos colegas eram
constantes. Fiquei imaginando que seria assim quando eu estivesse ministrando
aula para eles.
Fiquei
bastante insegura quando comecei a aula, mas, pedi a atenção de todos e ficaram
quietos e pude fazer o meu trabalho com calma, e no final de nossa regência
ficamos muito felizes em ver que os alunos gostaram da nossa aula um pouco
diferente do que eles estavam acostumados a ter e até pediram que
continuássemos sendo seus professores.
O que
podemos tirar de proveito do estágio é que ser professor não é tarefa fácil,
pois os alunos na maioria não teve uma boa educação em casa, e chega à escola
sem limites, e temos que ser flexíveis, e saber lidar com todas as adversidades
em sala de aula, porque é esse aluno que deve ser resgatado o mais rápido
possível para que não seja um problema maior no futuro.
Elizabeth Sigrid Wallmann - Polo de Costa Rica
O estágio
obrigatório de língua portuguesa I, foi efetuado pela acadêmica Luzia Corrêa
Dias e eu, na Escola Municipal Vale do Amanhecer, para as turmas do 7º, 8º e 9º
ano do ensino fundamental.
A escola, através de sua direção e colegiado,
nos ofereceu toda assistência necessária para podermos ministrar nosso estágio,
colocando-se a disposição para que pudéssemos nos sentir tranquilos e fazermos
um bom trabalho. As salas possuem todos os recursos necessários, sendo amplas, bem cuidadas, com
carteiras completas e ar condicionado para maior conforto de alunos e
professores.
Durante a etapa da observação, a professora
trabalhou em todas as turmas com o livro didático “Português: a arte da palavra”, com leitura de textos e a
interpretação dos mesmos, tema continuado na co-participação, onde auxiliamos a
professora titular na correção das atividades e no auxilio individual dos
alunos.
Os temas da regência foram-nos destinados pela
professora titular, sendo que para o 7º ano, ficou estipulado “sujeito e
predicado” e “frase, oração e período”; para o 8º ano, o tema foi “pontuação” e
para o 9º ano, “acentuação”.
Procuramos ao máximo abranger todas as
competências, para tornar a aula mais dinâmica. Para isso, fizemos um debate
com o 7º ano, a partir do texto “Ela tem alma de pomba”, que trata dos
benefícios, mas principalmente dos problemas trazidos pela televisão. Para o 8º
ano, utilizamos o texto de Pedro Bial, “Bom, ruim, assim, assim...”, com a
audição para fazerem a pontuação do texto. Para o 9º ano, fizemos um resumo do
texto “Música, divina música”.
Antes de abordarmos os temas acima, distribuímos
o panfleto sobre o novo acordo ortográfico da língua portuguesa, e fizemos um
breve debate sobre seu surgimento.
Os alunos mostraram grande interesse nos temas
apresentados, colaborando para o bom fluir das aulas, questionando e debatendo.
Para nós, acadêmicas, foi uma experiência muito
produtiva, pelo fato de adquirirmos mais essa experiência diferenciada e por
sabermos que plantamos mais uma sementinha do saber em mentes que estão em
eterna busca do mesmo.
Elizabeth Sigrid wallmann
Giselle Gonçalves Garcia - Polo de Costa Rica
A
experiência nos mostrou o quanto superamos obstáculos e o quanto somos capazes
de melhorar nossa educação e também contribuir para o aprendizado de nossos
alunos.
Foi um momento em que a teoria e a prática se misturaram, para que fosse
possível um bom resultado. E,
sobretudo perceber a necessidade em assumir uma postura não só crítica, mas
também reflexiva da nossa prática educativa diante da realidade e a partir
dela, para que possamos buscar uma educação de qualidade. Foi uma experiência
inesquecível e desafiadora, mas com certeza um aprendizado.
Glécia Alves da Costa - Polo de Costa Rica
Fiz a regência no dia 10 e 11 de maio, gostei muito
principalmente porque a professora Letícia me deu toda autonomia em sala de
aula, e junto com minha colega Edilaine que me auxiliou o tempo todo, creio que
pude fazer um bom trabalho, pois no último dia de regência, a professora me elogiou muito disse que eu me saí muito
bem. Gosto de dar aulas, e apesar de estar numa escola estranha e com alunos
que nem mesmo sei os nomes, adorei a parte que eu estava na frente explicando o
conteúdo, e em seguida coloquei a música da Ana Carolina (Quem de nos dois)
para eles ouvirem e encontrar exemplos de orações subordinadas adjetivas, que
também serviu para descontrair a aula. Escolhi o método tradicional, passar o
conteúdo na lousa e depois explicar, em seguida passar os exercícios na lousa,
pois com a observação e também por sugestão da professora titular que disse que
é o método mais utilizado em sala de aula, porque os alunos têm sempre que
estar escrevendo senão eles se tornam dispersos e bagunceiros, mesmo com todos
os recursos disponíveis pela instituição, percebemos que a didática utilizada
pelo professor, faz grande diferença na hora de transmitir os conteúdos, nesta
sala deu certo e pude perceber o interesse deles, já com as atividades todos
copiaram e fizeram, alguns tinham mais dificuldades e nos cobravam ajuda, pois
queriam terminar antes de acabar a aula para que pudéssemos vistar.
Este estágio foi de grande importância para
aprendermos como é a realidade da sala de aula, junto aos alunos, onde pudemos
acompanhar o trabalho de um professor já formado, podendo ver os erros que não
devemos cometer no nosso futuro como professoras.
Letícia Fróes Medina - Polo de Costa Rica
Estágio
é o instrumento que permite ao aluno a ter contato com a realidade que um dia
ele mesmo fará parte, ou seja, desde já proporciona ao aluno a prática daquilo
que está se propondo a fazer, sendo este de imprescindível importância para o
aprendizado.
Foi uma experiência sem dúvida
interessante e de grande valia para o aprendizado e para nós como acadêmicos e
como pessoas. Só quando atuamos na prática, e isso envolve todas as etapas
desde o planejamento até a conclusão das aulas e interação com os alunos, mas é
só nesse instante é que podemos concluir ou pelo menos vislumbrar uma conclusão
de como seria atuar em sala de aula e algumas vezes nos surpreendemos.
Luzia Correa Dias - Polo de Costa Rica
iniciamos o processo de
Socialização do Estágio Supervisionado I de Língua Portuguesa, tivemos a 1ª
etapa de Observação, Co-participação, e Regência das aulas do 7º, 8º e 9º ano
da Escola Municipal Vale do Amanhecer.
Durante vários dias Elizabeth Sigrid Wallmann e eu, vivenciamos
experiências e práticas inigualáveis, e a escola em que fizemos o Estágio
Supervisionado é muito boa, a infraestrutura de qualidade, os professores e a
diretora nos receberam com muita atenção e respeito.
Na Observação a professora
foi muito atenciosa, tinha conhecimento do conteúdo abordado, falava com
clareza, tranquilidade e muita firmeza com os alunos, trabalhando com o livro
didático “Português a arte da palavra” em todos os anos, sendo que no 7º ano
ela trabalhou “Cem dias entre o céu e o mar”, no 8º ano foi o texto “O coronel
de Macambira” e no 9º ano trabalhou crônica “A minha glória literária” de
Rubens Braga, Na Co- participação ajudamos nas atividades de
interpretação de textos, orientando os alunos que tinham dificuldades, e
auxiliando a professora na correção dos exercícios. Já na Regência, entregamos o Panfleto sobre o novo acordo ortográfico de
Língua Portuguesa, e fomos com o nosso plano de aula preparado naquilo que a
professora Airta (titular) havia nos destinado, no 7º ano, ficaram estipulados
os temas: Frase, Oração e Período, também Sujeito e Predicado, no 8º ano, o
tema foi: Pontuação, e para o 9º ano, o tema foi: Acentuação.
Para a aula ficar bem Dinâmica,
para o 7º ano fizemos um debate a partir do texto, “Ela tem alma de pomba”
tratamos de um tema bastante atual, que é sobre televisão, computador e do
videogame. Na segunda aula, usamos o texto “Sonhadora manhã”, após a leitura os
alunos fizeram a interpretação do texto, trabalhamos Sujeito e Predicado, dando
ênfase ao predicado verbal, nominal através de um jogo de frases. Para o 8º
ano, utilizamos a crônica, “Bom, ruim, assim, assim...” dando-lhes um texto sem
pontuação para que eles ouvissem a crônica e depois pontuassem ; e também um
texto com regras de uma forma bem divertida.
No 9º ano, utilizamos o texto “Música, divina música”, onde os alunos
fizeram um resumo do texto. E na segunda aula, trabalhamos acentuação, com
palavras retiradas do texto e, exercícios.
Foi muito bom, os alunos mostraram interesse pelas aulas, porque foi uma
aula um pouco diferente, eles colaboraram e interagiram, foram bastante compreensivos
conosco, porque fomos bem participativas com eles.
Portanto foi muito enriquecedor transmitir e aprender com os alunos.
Luzia
Corrêa Dias.
Marcos Geandro Silva Ribeiro - Polo de Costa Rica
Inicialmente
gostaria de agradecer à oportunidade de voltar a uma sala de aula de escola
pública, da qual já me encontrava afastado há 2 anos por estar atuando em
escola particular. Nesse momento, percebo principalmente a diferença entre
essas duas realidades, notando lados positivos e negativos em ambos, porém, o
que mais me marcou foi a carência de profissionais comprometidos com o
ensino/aprendizagem na escola pública.
Juntamente
com minha colega Elenadart, realizamos a observação e a co-participação em salas
onde a professora passava maior parte do tempo chamando a atenção dos alunos, e
o conteúdo mesmo não era plenamente transmitido. Isso causou-nos um certo
desconforto, e nos deixou mais preparados para encarar aquelas “ferinhas”
durante a regência.
Durante
a regência preparamos aulas distintas das quais eles estavam habituados a
assistir, envolvendo os alunos com o conteúdo e levando este para a realidade
deles. Ao final do período de regência, vários dos alunos pediram para que nós
trocássemos de lugar com a professora titular, o que, particularmente, me
causou um certo desconforto, pois, pessoas em formação conseguiram chamar mais
a atenção dos alunos do que o profissional que foi formado para tal.
Renata de Lima Neves - Polo de Costa Rica
Agora é hora de colocarmos em prática os
conhecimentos que adquirimos ao longo do nosso curso até o presente momento. O
Estágio tem a função de nos proporcionar os aprendizados sociais profissionais
e culturais. Nos dando a certeza de esta agora ser ou não nossa futura
profissão. Pois é nesse primeiro contato real que podemos sanar a maioria de
nossas dúvidas referentes à nossa atuação na carreira docente como professor. O
estágio é um importantíssimo passo entre a teoria e a prática e é parte do
nosso processo de formação.
O estágio Supervisionado de
Língua Portuguesa, foi realizado na Escola Municipal Vale do Amanhecer que se
situa em um bairro mais afastado do centro da cidade de Costa Rica, MS. Seu
espaço físico é amplo com em média 15 salas de aula, quadra de esportes,
refeitório, banheiros, sala de computação equipada com equipamentos para
computação em ótimo estado, biblioteca munida de muitos livros e ótimos
materiais para consulta, e também uma área de recreação infantil. Ou seja, Uma
escola com um espaço físico completo e também muito agradável.
Quanto aos grupos de alunos, por
essa escola se situar em um bairro mais afastado do centro da cidade, os alunos
que ali estudam a maioria são de família de baixa renda, e confesso que tive um
pouco de receio de estagiar nesta escola, pelo fato de haverem vários
comentários de outros professores que ali era quase impossível de se ter a
atenção dos alunos na sala de aula. Achei que encontraria dificuldades, mas pelo
contrário consegui ministrar minhas aulas programadas pela professora regente
Airta Platero muito bem e não encontrei dificuldades. O número de alunos em
cada turma variava entre 25 e 35 alunos e todos foram bastante participativos.
Foi muito gratificante vê-los compenetrados em todas as aulas que ministrei.
A elaboração de um plano de aula
é algo fundamental para o resultado de uma boa aula com resultados positivos,
ou seja é nosso instrumento pra a realização de um bom trabalho e os elaborei
baseado em uma programação de aula feita pela professora regente da escola. O
segui em todas as etapas e dessa forma não me senti desamparada em nenhum
momento. Essa elaboração é feita baseada em uma proposta pedagógica oferecida
pela escola onde se ministrará as aulas.
No que se diz a respeito à
atuação como professora, me fez ter a certeza de que realmente essa é a
profissão que desejo seguir e cada vez mais me dedicar para cada dia poder
exercê-la.
Sandra Zilmar Lemos Dias - Polo de Costa Rica
O estágio funciona como uma janela do futuro, através do qual o aluno
antevê seu próximo modo de viver. Deve ser uma passagem natural do “saber
sobre” para o “saber como”, um momento de validação do aprendizado teórico em
confronto com a realidade é uma forma de aproximar os alunos das necessidades
do mundo do trabalho criando oportunidade de exercitar a prática profissional
além de enriquecer e atualizar a formação acadêmica.
A Escola Estadual José Ferreira da Costa, localizada à Avenida José
Ferreira da Costa, nº 1374, no centro da cidade de Costa Rica - MS foi o campo
escolhido para a realização do nosso estágio. Referência de ensino nesta cidade,
sua ligação com a comunidade é bem representativa. Sua fundação data de janeiro
do ano de 1977 e seu nome foi dado em homenagem ao fundador da cidade, figura marcante
na construção do pequeno povoado que outrora se formara. O corpo discente é
formado por cerca de 1.200 alunos, regularmente matriculados do 1º ao 9º anos
do Ensino Fundamental e Ensino Médio. 67 profissionais, entre professores,
secretários, coordenadores pedagógicos, e auxiliares de limpeza.
No dia 03 de março de 2012, iniciamos o período de observação, onde
estivemos nas salas do 6º ano, 8º ano e 9º ano, três salas completamente
distintas não só pelo conteúdo como também pelo número de alunos e
comportamento. A sala do 6º ano contava com 40 alunos matriculados
regularmente, na faixa etária de 11 a 17 anos. No 8º ano nos deparamos com uma
turma de 45 alunos, muito apertados dentro da sala que possuía um sistema de
ventilação e iluminação precário. A turma do 9º ano era composta por 43 alunos,
porém esta sala era um pouquinho maior e não ficavam os alunos tão apertados
entre si. Dando sequencia vamos falar sobre o estagio de coparticipação no qual
muito nos decepcionamos, principalmente por que lemos Irandé Antunes e ficamos
com aquela concepção de que é preciso fazer algo mais, ir além... (...)E o que
vimos foi alunos de 8º e 9º ano copiando textos por aulas inteiras a fio,
principalmente no 8º ano (o que nos pareceu mais uma falha forma de mantê-los
ocupados o que se pode fazer com uma atividade com sentido real e objetivo bem
definido), lembrávamo-nos do livro Muito além da gramática nos entreolhávamos e
infelizmente nada podíamos fazer, éramos apenas estagiárias...
Durante a regência, tentamos fazer a diferença, iniciamos com um vídeo
motivacional, conversamos sobre ele, redistribuímos carteiras em círculos e/ou
em semicírculos, expusemos o passo-a-passo de nossas aulas, apresentamos os
vídeos, discutimos, debatemos, interrogamos, falamos e procuramos também
ouvi-los (atividade essa onde percebemos a grande dificuldade que eles possuem
em se expressar). Quando finalmente propusemos uma produção textual foi que
notamos a falta de repertorio dos alunos, pois vimos alunos do último ano do
ensino fundamental escrevendo como se suas produções fossem as primeiras de sua
existência escolar, desesperamo-nos.
Foi uma tarefa difícil, até por que era preciso retomar as produções
textuais reestruturá-las, apontar os melhores caminhos para melhorá-las e tempo
para isso não tivemos.
Chegamos ao final do estágio, com a conclusão de que é preciso ter a
postura efetiva de profissional que se preocupa verdadeiramente com o
aprendizado buscando despertar no educando a consciência de que ele não está
pronto, aguçando nele o desejo de se complementar, capacitá-lo ao exercício de
uma consciência crítica de si mesmo, do outro e do mundo, como dizia Paulo
Freire.
Valquíria Deonizio Gonçalves - Polo de Costa Rica
Estágio Obrigatório em Língua Portuguesa I foi de muita ênfase para os
acadêmios do curso de Letras, pois através da prática, conseguimos explanar
nossos conhecimentos, colocar em prática os conteúdos que já estudamos no
decorrer do curso, e ainda obtivemos uma experiência em sala de aula.
O estágio foi desenvolvido nas turmas do EJA (Ensino Jovens e Adultos),
na Escola Municipal Professor Adenocre Alexandre de Morais, com duas turmas 3ª
fase (6ºe7º) e 4ª fase (8º e 9º), cada turma com 20 alunos. As mesas foram
organizadas em filas e o recurso utilizado foi à lousa.
O cronograma trabalhado de 16h aulas, foram distribuídas da seguinte
maneira: 04 aulas de observação, 04h aulas de co-participação, e 08h de
regência.
Aconteceu entre os días 14 a 18 de maio, durante os horários das 18:30h
ás 22:00h.
O objetivo do estágio visa à capacitação dos alunos, do curso de Letras,
na regência, para assim praticar o ensino da língua portuguesa.
OBSERVAÇÃO
1ª aula (3ªfase): 26/03/2012- Tipos de textos (narrativo, dissertativo e
descritivo).
2ª aula (3ªfase): 28/03/2012 - Tipos de texto (convite).
1ª aula (4ªfase): 26/03/2012 – Substantivo coletivo
2ª aula (4ªfase): 10/04/2012- Linguagem (escrita, visual e oral).
CO-PARTICIPAÇÃO
1ª aula (3ªfase): 11/04/2012- morfologia - uso de J e G
2ª aula (3ªfase): 13/04/2012 - Tempos verbais
1ª aula (4ªfase): 11/04/2012- verbos regulares e irregulares
2ª aula (4ªfase): 13/04/2012 Grau do substantivo e adjetivo
Observei os alunos do EJA, nos métodos, nas maneiras de aprendizagem,
para assim poder desenvolver as atividades a serem trabalhadas em sala de aula.
No EJA, tem uma facha etária de diferentes idades, ou seja, alunos de 16
a 46 anos, foi por mim analisado que alguns estudantes têm facilidade no
aprendizado e outros não, seja pela cultura vivida ou pela própria idade
física.
O ritmo que a professora trabalha com os alunos do EJA, muti-seriado, e
deslocamento direto nas carteiras para complementar as explicações, dá mais
resultado, visto que, grande parte dos estudantes se retraem por vergonha de
colocar suas dúvidas diante de toda a sala de aula.
Neste estágio de minha aprendizagem, a professora passou os conteúdos na
lousa, tendo a mim a ocupação das explicações do conteúdo exposto e os
exercícios; sendo que, no momento da realização das tarefas, acompanhei nas carteiras
o desenvolvimento, colaborando com as dúvidas, citando alguns exemplos, para
assim, facilitar o raciocínio e aprendizado do aluno.
Nesta fase conclui que os alunos têm interatividade e dinâmica com o
professor facilitando assim o uso de tais métodos na regência.
O planejamento para trabalhar com
as turmas do EJA têm os seguintes conteúdos:
REGÊNCIA
3ª fase:
1ª aula:
14/05/2012- pronome pessoal e pronome de tratamento.
2ª aula: 15/05/2012 - pronomes possesivos e indefinidos.
3ª aula: 16/05/2012- pronomes interrogativos; relativos e
demonstrativos.
4ª aula: 18/05/2012 - Atividades e Revisão.
4ª fase
1ª aula: 14/05/2012 - Conto
2ª aula: 15/05/2012 - Mito
3ª aula: 16/05/2012 - Poema
4ª aula: 18/05/2012 - Poesia
Na segunda fase: trabalhei tirinhas, para facilitar a interpretação,
leitura e a gramática, com o intuito do contexto de comunicação, a fim
de, perceber quais são as pessoas do discurso para assim explorar os diferentes
papéis e sentidos dos pronomes, na coesão dos textos. Com vista, a
promover o desenvolvimento da Língua Portuguesa.
Na terceira fase: trabalhei tipos de textos, com a inclusão de poemas,
poesias, contos e lendas. Utilizei textos conforme os gêneros trabalhados, e
ainda atividades com prática para a produção dos gêneros textuais. Assim, os
alunos compreenderam as condições de produção dos contos populares e as
fabricações das lendas, descobrindo assim seus interlocutores, portadores,
finalidades e gêneros.
Por derradeiro as características linguísticas de um poema e de uma
poesia.
A metodologia trabalhada foi através de conteúdos com atividades, sendo
transpostos na lousa e avaliação por participação.
Notei que os alunos interagiram com as aulas e demonstraram interesse
para apreender os conteúdos expostos, tirando dúvidas e realizando todas as
atividades propostas.
Trabalhei com interatividade na produção oral através da leitura e
produção escrita, utilizando o material de ensino, nas execuções das
atividades.
O exercício se alongou, e surgiam diversas perguntas, que foram de grande
ajuda para compreensão da matéria proposta.
O contato com material fez com que
os alunos aumentassem seus conhecimentos em relação a nossa língua.
No decorrer do meu aprendizado notei que as expressões erradas do
cotidiano e erros ortográficos surgiram no dia a dia das aulas, fato que fez
que eu anotasse os erros, para assim, sem ofensa e indiretamente, trabalhar a
solução correta no decorrer das aulas; fato que surtiu efeito no decorrer dos
dias, através da mudança na linguagem e grafia. (Ex: frase sem vírgula e sem
ponto).
As dificuldades apresentadas foram oralidade, escrita e interpretação, no
desandar das aulas, retomei o foco principal nesses itens, para desenvolver
melhor o saber. Sendo assim, obtive êxito e sucesso na correção das atividades.
O mérito do estágio de língua portuguesa encontra-se na experiência e
prática em sala de aula, pois nos ensinamentos e aprendizagem com a professora
participante e com alunos conhecemos a realidade escolar (dia a dia em sala de
aula na prática).
Diante disso, o êxito está no comprometimento, conhecimento didático,
trabalhar em equipe (professor/coordenadora e diretora) e relacionar com
proeminência com os alunos é fundamental para tornarmos professores aptos para
a sala de aula.
Vanderson Rosa dos Santos - Polo de Costa Rica
A experiência que obtive no estágio
me fez perceber que o professor não só transmite o conteúdo como também deve
participar ativamente da vida social dos alunos, deve ser regente e guia que
busca influenciar seus alunos em cada atividade.
O professor deve estimular os alunos
a expressar suas idéias sem deixar que as exprimam, deve principalmente saber
que em uma sala há alunos com dificuldade e outros com problemas bem maiores e
tudo isso cabe ao professor saber trabalhar cada situação.
O professor quando está à frente de uma sala
deve ter grande responsabilidade creio eu, pois ha vidas a serem trabalhadas
dentro de uma sala de aula, o professor deve saber que os alunos tem atitudes e
sentimentos e são muito perceptivos. O professor sempre deve valorizar o
potencial de seus alunos e não deve jamais subestimá-los, creio que o professor
deve buscar sempre a criatividade de seus alunos.
Em nossa observação percebemos o
grande interesse da professora Airta com seus alunos em meio às dificuldades
escolares ela sempre está contente com seus alunos.
Penso que o estagio é um meio de
criar vinculo entre teorias e praticas, é nesse momento que nos acadêmicos
aprendemos a criar nosso senso não só critico como também poderemos refletir
sobre nosso conhecimento educativo diante da realidade que nos passa, e a
partir dessas realidades podemos buscar uma educação de qualidade.
Na verdade eu posso falar que o
estagio não foi fácil, eu e minha colega encontramos diversas dificuldades,
alguns alunos nos respeitavam, mas outros interferiam em meio à aula tivemos
uma grande dificuldade, mas conseguimos superar e no final de nossas aulas
práticas fomos até aplaudidos pelos alunos isso foi muito gratificante para
nós.
O que, mas me chamou atenção na co-participação foi à postura
tradicional da professora em aplicar métodos gramaticais aos alunos, para nós à
co-participação foi um inicio de uma aprendizagem notável, onde a professora
nos deu liberdade de ajudá-la nas correções das atividades, foi muito bom
porque interagimos bem com os alunos quando chegou ao final sem duvida alguma
nosso aprendizado foi imenso, creio eu que os alunos tiveram uma boa impressão
sobre nos.
Nas nossas aulas práticas eu e minha colega buscamos ser,
mas que um professor e sim um educador.
Virgínia Maria de Souza Garcia - Polo de Costa Rica
"Brincar com
crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola,
mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com
exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem."
(Carlos
Drummond de Andrade)
O estágio
supervisionado de língua portuguesa foi realizado nas dependências da Escola
Estadual José Ferreira da Costa, situada à Avenida José Ferreira da Costa, 1374
no centro da cidade de Costa Rica – MS. Referência de ensino nesta cidade, sua
ligação com a comunidade é bem representativa. Sua fundação data de janeiro do
ano de 1977 e seu nome foi dado em homenagem ao fundador da cidade, figura marcante
na construção do pequeno povoado que outrora se formara. Escola esta que conta
com ensino fundamental e médio além de um curso preparatório para o vestibular
(em parceria com o FIES) a escola possui 25 funcionários somando gerais e
administrativos, um corpo docente de 42 professores e corpo discente de 1.200
alunos, distribuídos nos turnos matutino, vespertino e noturno, com 16 salas de
aula, um laboratório de informática, uma biblioteca, sala de professores,
secretaria e diretoria. Possui também uma quadra coberta para os alunos
realizarem suas atividades, bem como festas e teatros, exposição de trabalhos
(esses quando pedidos pelos professores). O fato lamentável é o pouco espaço
dentro das salas de aula devido à superlotação já que as salas são lotadas com
um mínimo de 40 a 45 alunos e a ventilação também deixa a desejar. No mais tudo
transcorre como na maioria das escolas estaduais de nosso país, com suas
vitórias e dificuldades a serem vencidas.
Os alunos de 6º ao 9º, são alunos que
demonstram interesse pelo que lhes agrada, são adolescentes e, portanto,
possuem dificuldades, conflitos e alguns parecem desinteressados, que dão a
impressão de estarem ali por não terem outra opção ou porque são obrigados
pelos pais ou responsáveis, mas em sua grande maioria são extrovertidos,
alegres e com muitas expectativas em relação ao futuro e estão abertos a uma
aprendizagem nova e diferente a cada dia.
Nesse estágio,
me vendo ali em frente aos alunos como professora deles, onde terei que dar o
máximo de mim, me esforçar para agradar, mas sem ser leviana e conseguir passar
adiante os conteúdos e conhecimentos propostos e aprender com eles, fiquei um
pouco nervosa, receosa de como deveria ser minha postura e como seria a deles,
diante do fato de estar ali em frente a eles uma professora nova e
inexperiente, porém no decorrer das aulas me senti mais tranquila e segura os
alunos também foram se familiarizando comigo, compreendendo o que queria passar
a eles.
Percebi que nós
como professores ou futuros professores, teremos dificuldades em trazer
propostas novas e diferenciadas para nossas aulas devido ao método tradicional
ser constante em nosso ensino, mas isso não é impossível de ser superado. Nas
aulas de regência do estágio, senti um pouco de dificuldade em controlar os
alunos e fazer com que todos participassem e colaborassem com a aula, no
entanto, ao final tudo deu certo e a grande maioria completou suas atividades e
gostaram das aulas ministradas por mim e por minha colega. Com isto pude
constatar que a maioria terminou as aulas sabendo o que é o conto (suas
diferenças e semelhanças). Creio eu, que o estágio foi bem proveitoso para as
crianças, pois elas tiveram oportunidade de ter aulas diferentes das
costumeiras e puderam mostrar alguns conhecimentos de mundo que traziam consigo
bem mais proveitoso foi para mim como futura professora que pude ter contato
pessoal com os alunos sentir as dificuldades do dia-a-dia, mas também a alegria
de vê-los entender e compreender o que foi passado poder ensinar o que aprendi
e descobrir que tenho o que aprender com eles muito mais que somente ensinar.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
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